
Com frequência sentimos “as emoções à flor da pele”. Emoções como a tristeza, a raiva ou a frustração podem conduzir à sensação de mal-estar.
É importante estarmos atentos aos nossos pensamentos, principalmente quando sentimos emo ções intensas.Devemos sempre identificar o que nos “passou pela cabeça” nesse momento.
Vamos ver um exemplo prático: O José trabalha numa empresa; certo dia o seu patrão critica-o pelo atraso de um relatório. Quando o José sai do gabinete do patrão, sente-se irritado e revoltado.
Porque é que o José se sentiu assim? O senso comum diz-nos que foi devido ao que o seu patrão lhe disse, ou seja, devido à situação. Será que são as situações em si as únicas responsáveis pelo que sentimos?
Vamos imaginar a mesma situação, mas quando o José sai do gabinete do patrão, em vez de se sentir irritado e revoltado, sente-se motivado para acabar o relatório. O que é que mudou?
São os nossos pensamentos que vão originar aquilo que sentimos, ou seja, as nossas emoções! (O acontecimento origina um pensamento e este desencadeia uma emoção).
Portanto: no primeiro exemplo que escrevi, o José poderá ter pensado que “foi muito injusto” porque não teve culpa e, por isso, sentiu-se irritado. No segundo caso, o José poderá ter pensado que a crítica foi para seu bem e que poderia ter feito melhor.
Num pior cenário, o José poderia ter sentido tristeza e desânimo, bastaria ter pensado que não faz nada de jeito, ou que é um fracasso.
Não se esqueça que ao mudar a forma como pensa, muda também a forma como se sente!

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